Estão abertas as inscrições para o curso on-line Diversidade biocultural na escola, voltado a professoras e professores do ensino básico e demais interessados no tema. As aulas ocorrem de 16 de outubro a 20 de novembro pela plataforma Even3 e serão transmitidas online pelo canal do Youtube do Laboratório de Ecologia Humana e Etnobotânica (ECOHE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que organiza a ação em parceria com o projeto Semear Ideias: Praticar Sustentabilidade da Faculdade Municipal de Palhoça e a regional sul da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 12 de outubro pelo site even3.com.br/bioculturalnaescola/.
O curso tem um total de 30 horas, sendo 16 horas de encontros síncronos e 14 de atividades remotas. As aulas on-line compreenderão quatro encontros aos sábados, das 8h às 12h, nos dias 16 e 23 de outubro e 6 e 20 de novembro. Já a carga horária de atividades remotas será destinada ao estudo de materiais complementares, como textos, vídeos e podcasts, e à elaboração de um plano de aula como atividade final. Quem tiver ao menos 75% de presença nas atividades terá direito a certificado.
O Laboratório de Ecologia de Invasões Biológicas, Manejo e Conservação (Leimac), do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina, lançou nesta quarta-feira, 11 de agosto, o terceiro vídeo da série intitulada Invasões biológicas na pandemia. A iniciativa faz parte do projeto de extensão que conta com a participação das graduandas em Ciências Biológicas Mariana Adami Borgert, Gabriela Moraes da Silva, Renato Fiacador de Lima e Beatriz Goulart. O laboratório é coordenado pela professora Michele Dechoum.
A série de vídeos foi criada como apoio a professores, para que o tema de invasões biológicas esteja presente no conteúdo de Ecologia trabalhado nas aulas de Ciências do ensino fundamental. Os vídeos também são indicados para qualquer pessoa interessada em obter conhecimentos sobre conceitos ecológicos e invasões biológicas.
Cada episódio trata de um tema específico relacionado à problemática de invasões biológicas – o terceiro deles é focado na principal via de introdução e dispersão de plantas exóticas invasoras: o uso ornamental. Todos os vídeos contam com tradução em Libras. Neste episódio, a tradutora é Viviane Barazzutti.
A aluna Liandra Venturini e o professor Gabriel Gonino, do IFC Campus Ibirama
A pesquisa, desenvolvida pelos discentes do curso de Administração integrado ao Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense (IFC), Liandra Venturi e Alessandro Dannehl, foi orientada pelo professor de biologia Gabriel Murilo Ribeiro Gonino, do IFC Campus Ibirama, e supervisionada pelo Professor Bruno Renaly Souza Figueiredo, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.
A professora Tatiana Leite, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina, participou da edição do Programa Repórter Eco da TV Cultura, exibida neste último domingo, 27 de junho. A reportagem abordou que estudos feitos por cientistas brasileiros revelam que o polvo tem etapas de sono parecidas com as nossas e levantam até a possibilidade de que ele possa sonhar.
A professora Michele de Sá Dechoum, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), publicou nesta sexta-feira, dia 25 de junho, um artigo na página da Agência Bori sobre a aprovação, em regime de urgência, do Projeto de Lei (PL) 984/2019, que permite a reabertura da Estrada do Colono no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, e altera a Lei Federal que estabelece o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei Federal 9985/2000). A docente afirma no texto que “com argumentos tecnicamente questionáveis” e “sem uma discussão ampla sobre sua repercussão”, o PL pode impactar de forma irreversível o Parque Nacional do Iguaçu.
“Essa não é a primeira tentativa de reabertura da Estrada do Colono, que corta a floresta exuberante de uma das primeiras unidades de conservação criadas no Brasil. Desta vez, o PL 984, de autoria do deputado Vermelho (PSD/PR), propõe a criação de uma nova categoria de unidade de conservação que não existe na legislação brasileira, chamada no documento de ‘estrada-parque’. Ao contrário do que parece, a proposta de reabertura não se configurará como uma estrada-parque para apreciação da natureza e turismo ecológico, algo que realmente existe em outros países”, traz a publicação.
A Estrada do Colono fica localizada na parte de floresta mais bem conservada do Parque Nacional do Iguaçu e está completamente tomada por vegetação nativa. Criado em 1939, o parque cobre pouco mais de 185 mil hectares na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Junto ao Parque Nacional de Iguazú, na Argentina, essa área contínua de floresta é responsável por proteger espécies raras e ameaçadas de fauna, como a onça-pintada, a harpia e o bugio, e da flora, como a peroba-rosa e o palmito-juçara.
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