Processo Seletivo Simplificado EDITAL Nº 007/2025/DDP – Campo de Conhecimento: Zoologia – ênfase em Invertebrados

25/02/2025 08:43

O Edital 007/2025/DDP torna pública a abertura de inscrições com vista ao Processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto por tempo determinado, para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos da Lei n° 8.745/1993 e suas alterações e da IN nº 01/2019 da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

A contratação do Professor Substituto para o Departamento de Ecologia e Zoologia é para o Campo de Conhecimento Zoologia – com ênfase em Invertebrados – e sob o Regime de Trabalho de 40 (quarenta) horas semanais.

O período de inscrições do certame vai de 25/02/2025 até 05/03/2025.

Confira o edital completo

[06/03/2025] Inscrições Homologadas

[07/03/2025] Banca Examinadora

[07/03/2025] Cronograma

[07/03/2025] Pontos para sorteio da prova didática

[12/03/2025] Resultado parcial

[14/03/2025] Resultado final

Processo Seletivo Simplificado EDITAL Nº 043/2024/DDP – Campo de Conhecimento: Ecologia / Ecologia Teórica / Ecologia de Ecossistemas

29/10/2024 09:16

Edital_043 /20224/DDP torna pública a abertura de inscrições com vista ao Processo Seletivo Simplificado para contratação de Professor Substituto por tempo determinado, para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos da Lei n° 8.745/1993 e suas alterações e da IN nº 01/2019 da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

Homologação das Inscrições

Banca Examinadora

Cronograma

Resultado Parcial

Resultado Final

Resultado Final Retificado

Laboratório da UFSC integra programa que monitora branqueamento de corais no Brasil

10/07/2024 15:36

A costa brasileira enfrenta um grave problema ambiental que ameaça a biodiversidade marinha e o equilíbrio ecológico do litoral: o branqueamento de corais. Esse fenômeno ocorre devido à elevação da temperatura da superfície do oceano, resultando na expulsão de microalgas que vivem dentro dos corais e são essenciais para sua sobrevivência. A situação já é crítica em estados como Rio Grande do Norte, Pernambuco e Bahia. Em Santa Catarina, embora o cenário seja menos severo, alguns sinais de alteração na coloração dos corais foram observados na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, onde o Laboratório de Ecologia de Ambientes Recifais (LabAR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realiza monitoramento.

(mais…)

Edital de Seleção de Bolsistas de Extensão para o Projeto Vida Marinha de Santa Catarina.

21/02/2024 07:59

Informações referentes a carga horária, remuneração, pré-requisitos para o processo seletivo, seleção e divulgação do resultado, encontram-se no edital abaixo:

Edital_Probolsas_VidaMarinha_2024

ATENÇÃO: Quem abrir o documento no sistema Android, precisará sustentar o dedo no link até aparecer um quadro de notificação. No quadro escolha a opção “Fazer download do link” e logo em seguida confirme.

UFSC na Mídia: pesquisadora aborda o impacto do javali no meio ambiente

15/02/2024 08:39

A professora Michele de Sá Dechoum, coordenadora do Laboratório de Ecologia de Invasões Biológicas, Manejo e Conservação da Universidade Federal de Santa Catarina (Leimac/UFSC), concedeu entrevista ao portal de notícias Deutsche Welle Brasil sobre o impacto do javali no meio ambiente. A matéria também foi publicada no portal UOL.

A pesquisadora, que vem observando os danos que a espécie causa no Parque Nacional de São Joaquim, na serra catarinense, comenta: “O que mais me impressiona é chegar nas áreas de campo e ver o estrago que os javalis estão causando. Parece que passou um trator e que alguém vai plantar alguma coisa.”

Michele orienta estudos que buscam identificar os prejuízos que a presença do animal vem provocando especialmente nos campos de altitude, um ecossistema rico em biodiversidade e importante culturalmente. “Quando os javalis vão fuçando e revirando o solo, algumas espécies vão sumindo. E estes campos têm espécies ameaçadas, espécies endêmicas. Para a biodiversidade é super importante ter uma estrutura bem mantida. Porque se há um efeito nas plantas, que são a base da cadeia alimentar, certamente vai chegar ao topo em algum momento”, explica.

Acesse a reportagem na íntegra aqui.

Por: Notícias da UFSC.