-
Projeto de Iniciação Científica desenvolvido no Instituto Federal Catarinense e supervisionado por professor da UFSC é premiado
O projeto “Inventário da fauna de peixes da Floresta Nacional de Ibirama (SC) como base para estudos ictiológicos do Vale do Itajaí” foi premiado no 10° Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio da UFSC 2020, ocorrido de maneira remota em fevereiro deste ano.
A pesquisa, desenvolvida pelos discentes do curso de Administração integrado ao Ensino Médio do Instituto Federal Catarinense (IFC), Liandra Venturi e Alessandro Dannehl, foi orientada pelo professor de biologia Gabriel Murilo Ribeiro Gonino, do IFC Campus Ibirama, e supervisionada pelo Professor Bruno Renaly Souza Figueiredo, do Departamento de Ecologia e Zoologia da UFSC.
Assista a apresentação do projeto de pesquisa no canal do Youtube do professor Gabriel Gonino.
Com informações de: Portal de Notícias do IFC Campus Ibirama e Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC
-
Pesquisadora da UFSC participa do Programa Repórter Eco da TV Cultura
A professora Tatiana Leite, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina, participou da edição do Programa Repórter Eco da TV Cultura, exibida neste último domingo, 27 de junho. A reportagem abordou que estudos feitos por cientistas brasileiros revelam que o polvo tem etapas de sono parecidas com as nossas e levantam até a possibilidade de que ele possa sonhar.
Confira na íntegra o programa no canal do Youtube do Repórter Eco:
-
UFSC na mídia: professora publica artigo sobre reabertura da Estrada do Colono
A professora Michele de Sá Dechoum, do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), publicou nesta sexta-feira, dia 25 de junho, um artigo na página da Agência Bori sobre a aprovação, em regime de urgência, do Projeto de Lei (PL) 984/2019, que permite a reabertura da Estrada do Colono no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, e altera a Lei Federal que estabelece o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei Federal 9985/2000). A docente afirma no texto que “com argumentos tecnicamente questionáveis” e “sem uma discussão ampla sobre sua repercussão”, o PL pode impactar de forma irreversível o Parque Nacional do Iguaçu.
“Essa não é a primeira tentativa de reabertura da Estrada do Colono, que corta a floresta exuberante de uma das primeiras unidades de conservação criadas no Brasil. Desta vez, o PL 984, de autoria do deputado Vermelho (PSD/PR), propõe a criação de uma nova categoria de unidade de conservação que não existe na legislação brasileira, chamada no documento de ‘estrada-parque’. Ao contrário do que parece, a proposta de reabertura não se configurará como uma estrada-parque para apreciação da natureza e turismo ecológico, algo que realmente existe em outros países”, traz a publicação.
A Estrada do Colono fica localizada na parte de floresta mais bem conservada do Parque Nacional do Iguaçu e está completamente tomada por vegetação nativa. Criado em 1939, o parque cobre pouco mais de 185 mil hectares na divisa entre Brasil, Paraguai e Argentina. Junto ao Parque Nacional de Iguazú, na Argentina, essa área contínua de floresta é responsável por proteger espécies raras e ameaçadas de fauna, como a onça-pintada, a harpia e o bugio, e da flora, como a peroba-rosa e o palmito-juçara.
Clique AQUI para acessar a íntegra do artigo
Por: Notícias da UFSC
-
Artigo de pesquisadores da UFSC aborda uma antiga interação entre humanos e plantas comestíveis
Em artigo publicado na revista Science nesta quinta-feira, 10 de junho, os pós-doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Bernardo Flores e Carolina Levis descreveram uma antiga interação entre povos indígenas e plantas comestíveis em florestas tropicais. Por um lado, as comunidades locais se beneficiam dos alimentos encontrados nesses ambientes e, por outro, ajudam a aumentar a abundância das plantas que os fornecem. Essa relação é bastante antiga e tem o potencial de ajudar a aumentar a segurança alimentar nos trópicos.
Há pelo menos 12 mil anos, as florestas tropicais têm sido o lar de pessoas que domesticaram paisagens e populações de plantas. Vastas extensões de floresta ficaram repletas de frutas, castanhas e raízes a partir dessa interação com as populações humanas. A castanha-do-pará, por exemplo, é cultivada por indígenas há milênios e hoje é uma espécie dominante na bacia amazônica. Algo semelhante aconteceu com o pinhão: o cultivo por povos originários ampliou a distribuição da araucária pela Mata Atlântica.
Os pesquisadores apontam, contudo, que, sem a presença de povos locais, as espécies comestíveis se tornam menos competitivas e podem desaparecer com o tempo. Monoculturas industriais, pastagens, mineração, entre outras atividades, destroem o ecossistema e também o antigo conhecimento indígena e local. Como resultado, as florestas tropicais estão perdendo suas identidades biológicas e culturais. Para que esses ecossistemas continuem ricos em recursos alimentares, portanto, povos indígenas e comunidades locais precisam continuar gerenciando a paisagem, salientam os cientistas.
O artigo destaca, ainda, que, em todo o mundo, mais de um bilhão de pessoas dependem dos recursos florestais para nutrição e saúde, especialmente nas regiões tropicais em desenvolvimento. O feedback positivo entre os povos locais e a disponibilidade de alimentos revela a possibilidade de conservar as florestas tropicais e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança e a soberania alimentar. Essa é uma oportunidade para desenvolver sistemas sustentáveis de produção de alimentos, protegendo os ecossistemas florestais e promovendo a justiça socioambiental, ressaltam os pós-doutorandos.
Por: Notícias da UFSC
-
Planta rara e ameaçada de extinção é descoberta por pesquisadores em Urubici.

A descoberta é mais um dos resultados do Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração – Biodiversidade de Santa Catarina (PELD-BISC), que conta com apoio da Fapesc e financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto já descreveu novas espécies de fungos, insetos e plantas e tem feito publicações e eventos para divulgar a biodiversidade do Parque Nacional de São Joaquim (PNSJ).
Leia a matéria completa no site de notícias da UFSC, no link:

